Seu cabelo não para de
cair pós-Covid? 

A ciência ainda não encontrou todas as respostas
sobre a Covid-19, principalmente quando o assunto
está relacionado às sequelas deixadas pela doença. 

Segundo o Departamento de Cabelos da Sociedade
Brasileira de Dermatologia (SBD), alguns sintomas
podem persistir semanas após a recuperação -
incluindo a queda de cabelo!

Pesquisadores de universidades dos Estados
Unidos, do México e da Suécia descobriram que a
queda dos fios é uma das cinco sequelas mais
relatadas por pacientes que venceram a Covid-19.

Mas, o que fazer se você é uma dessas pessoas?
Para ajudar na recuperação, conversamos com a
terapeuta capilar Natali Morel e te damos algumas
dicas!

Segundo a especialista, a perda de cabelo ainda não possui cura ou remédio. No entanto, alguns tratamentos têm dado bons resultados clínicos e ajudado a amenizar os efeitos da doença.

“Existem recursos que vão agir direto onde nascem
os fios, como LEDterapia, laser, tratamentos
naturalistas com óleos essenciais e eletroterapia,
por exemplo”, explica Morel.

Para quem está enfrentando a queda de cabelo no
pós-Covid, a indicação é mesclar suplementos com
tônicos. “Neste caso, o uso de biotina e colágenos é
fundamental”, diz.

“Além dos produtos, alguns cortes de cabelo podem
ajudar a disfarçar a queda dos fios, dando mais
volume, sem deixar a tendência de lado", afirma.

Uma ótima opção é adotar o shaggy hair, um corte
despojado, que deixa os fios irregulares e com
movimento, evitando aquela impressão do
afinamento capilar.

AURICULOTERAPIA
Para quem busca um tratamento alternativo, a
auriculoterapia pode trazer ótimos resultados. 

Oriunda da medicina tradicional chinesa, essa
técnica milenar promete o equilíbrio do organismo
por meio de estímulos no pavilhão auricular.

A auriculoterapeuta Lirane Suliano garante que essa
técnica é capaz de possibilitar o tratamento natural
das sequelas da Covid-19

“No caso da queda de cabelo é possível tratar, por
meio da auriculoterapia, a ansiedade, melhorando a
circulação e o equilíbrio dos neurohormônios do
paciente”, explica.

TEXTO: Ana Mota
REVISÃO: Vivian Ortiz
EDIÇÃO: Caroline Duarte 
SUPERVISÃO: Vitor Balciunas 
CRÉDITOS: Tenor e Unsplash

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